Com tecnologia, empresas podem declarar respeito pela natureza, pessoas e animais, sem gastar rios de dinheiro

Encontrar tudo que precisa num só lugar, porém, produzido e distribuído com mínimo impacto sobre o ambiente e as pessoas, faz toda diferença na vida de muita gente. Aliás, muita gente mesmo! Segundo pesquisa do ITS – Instituto de Tecnologia e Sociedade, realizada pelo IPEC – Inteligência em Pesquisa e Consultoria, 75% dos brasileiros afirmam que o aquecimento global pode prejudicar suas famílias; 96% acreditam que o aquecimento global está acontecendo de fato e, 74% dos brasileiros discordam que as queimadas na Amazônia sejam necessárias para o crescimento da economia.

A plataforma de marcas verdes NatureUp! desenvolveu uma ferramenta digital para que fornecedores dos mercados pessoal e corporativo, mostrem referências ambientais e sociais em tempo real, conforme crescem nos seus projetos de sustentabilidade.
O objetivo é abrir o mercado da economia verde para todos, diminuindo significativamente os custos e prazos do processo. Queremos simplificar o acesso de novos participantes, sem descuidar das barreiras contra os “espertalhões”, afirma a startup que estimula a inclusão de consumidores, produtores, indústrias, distribuidores e prestadores de serviços, além de profissionais, instituições, governos e investidores, decididos a trabalhar e viver em paz com a natureza.
Segundo os conceitos da NatureUp!, tudo vem da natureza e toda atividade econômica impacta o ambiente. Mas se a natureza convive com mais de 90 tons de verde, é justo que os critérios de avaliação sejam proporcionais aos diferentes riscos. Foi assim que “Seja Verde do Seu Jeito” virou slogan da plataforma.

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Startup de Inclusão na Economia Verde

O mercado já começa a escolher entre as marcas verdes e… as outras. Sua empresa já escolheu de que lado vai ficar? Do lado de dentro ou fora do mercado?
Nenhuma empresa está obrigada a praticar os princípios ESG ou qualquer outro, porém cedo ou tarde terá que explicar aos investidores e consumidores, porque devem continuar confiando em quem não mostra suas referências Ambientais, Sociais e de Governança.
Estar no mesmo caminho da sustentabilidade e ser reconhecido como tal, estimula a vontade e o compromisso de ser cada vez mais verde. Todos deveriam conhecer e ter o direito de aproveitar as vantagens de serem verdes, que vão muito além dos benefícios ambientais.
Muitas empresas perdem tempo e dinheiro enquanto aguardam ficar 100% sustentáveis. Poderiam mostrar que são verdes, ainda que nos estágios iniciais, e que decidiram entrar no clima e fazer parte dessa experiência transformadora.

Como funciona o Selo de Transparência Ambiental

O Selo de Transparência NatureUp! leva informações da empresa e seus produtos para as vitrines, pontos de venda, quiosques, veículos, impressos, etiquetas, salas de espera, recepções, eventos e outras formas de comunicação.
Encontrar o selo digital indica que a organização desenvolve suas atividades com responsabilidade social e mínimo impacto ambiental; e que existem itens de sustentabilidade nos produtos, serviços e instalações. Mais que isso, diz ao mercado: veja o que estamos fazendo agora, de verdade, para preservar a qualidade da sua vida e das futuras gerações.
Além de mostrar sustentabilidade em tempo real e identificar organizações comprometidas com a excelência ambiental, o Selo concentra, num único lugar, todos os certificados, compromissos, metas e ações definidas nos critérios Ambientais, Sociais e de Governança do ESG. Mais que isso, permite acesso online às informações publicadas pela própria empresa, que pode apresentar e atualizar seu projeto em qualquer estágio, desde os primeiros passos.
Segundo a ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), “é possível integrar questões ESG sem gerar custos, basta começar com temas simples, informações públicas e de fácil acesso. As estratégias de investimento utilizadas mostram que ainda não existe um padrão; as informações listadas servem como uma direção, mas cabe ao gestor/investidor adequá-las à sua necessidade. Quando as questões ESG se tornarem naturais no processo de decisão, pode-se aumentar, gradativamente, a complexidade das análises e estratégias.”
O sistema de informação ambiental aprovado pela União Europeia, e adotado pela NatureUp!, pode ser usado voluntariamente por todos os “players” do mercado. O incentivo à publicação transparente de investimentos alinhados com os critérios da “green economy”, além de melhorar a imagem institucional, pode ajudar as empresas no financiamento de suas atividades sustentáveis. Cada vez mais investidores e instituições financeiras adotam a classificação de risco para elevar o fator de ponderação de ativos ecológicos.
Criado na pós-graduação da FAAP – Fundação Armando Álvares Penteado, para mostrar iniciativas de sustentabilidade de empresas e governos, o Selo NatureUp! é uma aplicação inteligente da tecnologia qrcode, código interativo que pode ser lido com smartphones. Como todo Selo de Adesão Voluntária, tem como base a autodeclaração, cujas informações ficam sujeitas a auditoria de conformidade e denúncias.

Cenários e Conceitos

Emergências: O mais recente relatório do IPCC – Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, da ONU, alerta que a humanidade tem apenas até 2025 para frear as emissões de poluentes do efeito estufa e impedir consequências irreversíveis ao planeta em razão do aquecimento global. Outro relatório da ONU, elaborado pela OMS –  Organização Mundial da Saúde, afirma que praticamente toda a população mundial respira ar considerado impróprio. A solução é abandonar o uso de combustíveis fósseis, diz a Organização das Nações Unidas. Mas a emergência também está nos níveis de poluição das cidades, rios e oceanos. O lixo, que poderia ser reciclado, gerar empregos e economizar recursos naturais, é enterrado a peso de ouro.
Consumidores: Depois da pandemia e dos eventos climáticos cada vez mais destruidores, os consumidores ficaram mais conscientes e querem saber a natureza de suas marcas preferidas. Buscam informações e até participam de boicotes quando encontram produtos e serviços sem atenção ambiental e social, incluindo crueldade com animais.
Fornecedores: Alguns grandes investidores descobriram o potencial de negócios da economia verde e, alinhados aos mercados internacionais, decidem produzir com mínimo impacto e pouca exposição aos riscos do clima. Fornecedores atualizam e divulgam suas referências de sustentabilidade, porque a tendência é irreversível para todos os setores.
Tendência: Seguindo a tendência, a iniciativa da NatureUp! concede status de negócio aos recursos naturais, sem incentivar consumismo e ganância. Trata com maturidade e responsabilidade o tema Negócios da Natureza. Quem precisa cuida, mas a humanidade é a única espécie que destrói o que precisa para viver.
Antídoto: A realidade é que tudo vem da natureza e se transforma no dinheiro que move a economia e impacta o ambiente. Por sua vez, as mudanças climáticas, a poluição e a ganância impactam a economia. A economia verde é o antídoto extraído da própria natureza contra a economia tradicional;
Acessibilidade: Até os ricos concordam que a economia verde é a solução para o planeta inteiro e não somente para o meio ambiente. Resolve os maiores problemas do milênio, incluindo a falta de empregos para todos. Mas os resultados devem aparecer quando o acesso for democratizado, o mercado for ampliado, quando mais espaços forem ocupados. O poder da economia verde invadirá as cidades para dar independência financeira e melhorar a vida. Os municípios são células da economia verde e espaços de validação dos critérios ESG.
Iceberg: Se o termo economia sempre esteve distante dos populares, pouco preparados para os cálculos, imagine falar em economia verde! Ao contrário do que se pensa, não é coisa só da agricultura, não é coisa só de rico. Mas deixou a sensação de que é só para quem tem dinheiro para investir. A verdade é que até agora os vultosos números do mercado de carbono inibiram outras variações do tema. Mas todo o carbono do planeta é somente a ponta do iceberg, diante das infinitas possibilidades da economia verde.

Resultados: A economia verde ainda está mirando no atacado, para resolver as emergências globais. Porém, é no varejo que os resultados serão visíveis, abrindo oportunidades para quem está cansado de espera a vez de entrar no jogo. Reconhecer que a economia depende do ambiente, dos recursos naturais e da forma como são utilizados, e que tudo poderia ser feito com menos impactos, é o primeiro passo para garantir o sucesso da economia verde, o antídoto natural para o modelo que não deu certo.

Oportunidade: Vem aí a melhor e maior onda de oportunidades de todos os tempos! É que o planeta entrou em reforma. Tudo será revisado, repensado e reconstruído. E a única exigência para participar das obras de reconstrução é ser verde, de verdade. A economia verde consegue colocar no jogo quem está cansado de esperar a vez. Tem o incrível poder de gerar renda, para todos.
Guerra: A guerra acelerou o processo de transformação da economia em economia verde. Pouco antes da pandemia, os investidores e gestores das maiores fortunas do mundo já haviam se alinhado aos ativistas e preparavam a transição energética. Então veio a invasão russa que acordou o ocidente para os riscos da dependência por commodities sujeitas aos humores externos. Começando pela energia e alimentos, os países europeus e Estados Unidos decidiram gastar quanto for preciso para acelerar o novo jeito de fazer as coisas. 
 …
Futuro: Mais que uma plataforma de marcas verdes para viver e trabalhar, NatureUp! é uma startup de inclusão na economia verde, abrindo oportunidades entre todas as partes interessadas (stakeholders).
 
Fazer inclusão verde é incentivar quem está no caminho e mostrar um planeta de possibilidades para quem ainda não descobriu por onde começar. A NatureUp! está começando agora. Vamos juntos?

 

Sobre parcerias? Faça contato@natureup.com ou whatsapp (21) 96467-6060

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